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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Essa merda toda.



           “A vida é como...” a vida é como nada, meu amigo. A vida é a vida e por si só já basta. As regras são claras, e você não precisa de Caio Fernando Abreu ou Veríssimo nenhum pra te fazer entender que cada minuto nessa viagem aqui é raro. Raríssimo, para falar melhor.
            Nunca vi ser pra complicar tanto a vida como o ser humano. Pra quê ficar fazendo jogo de “quero mas não posso”, ou “vou esperar ele/ela adivinhar o que eu quero”. Foda-se! Se o mundo não tivesse tanta gente fingindo ser o que não é pra ter o que deseja, haveriam 99% menos problemas, sociais, políticos, econômicos e até naturais.
            O mundo está aí, te dando mais de sete bilhões de pessoas para você se apaixonar, desapaixonar ou encontrar o melhor amigo de toda a sua vida. Você tem sete, nada mais e nada menos que SETE continentes para explorar. Ta fazendo o que aí, meu amigo? Algo ou alguém te deu mais de 200 países para você conhecer, e você aí complicando a vida porque a unha quebrou, ou a sua namorada terminou com você.
                                                   MELHORE, MEU AMIGO.  
            A nossa tarefa, enquanto tentamos ser humanos, é descomplicar a nossa própria vida, então, raciocinando praticamente: para quê cacetadas você vai agir de uma maneira que te faz ficar com mais titica de galinha na cabeça?
            O negócio é que a vida é curta e o mundo é grande. (Mais) Duas paixões incompatíveis. O que você vai fazer para solucionar esse problema? O que você quer fazer para descomplicar sua vida e fazer uma das seletíssimas pessoas que lhe interessam estar viva nesse mundo (RESPOSTA: você mesmo), feliz? Eu te dou a resposta: ame. Ame com todo seu coração, e ele sempre saberá o que fazer. Não é tão complicado o quanto parece, e a recompensa é no mínimo, gratificante. Faça o que sua vontade manda, divirta-se enquanto tem esse playground gigantesco para brincar.
A-pro-vei-te.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

What if?

Sei que já escrevi sobre isso umas mil vezes, mas o “quase” é o que me mata. Detesto a iminência, o vai-não-vai. Em muitos aspectos da minha vida, eu fiquei no “quase”. Na maioria das vezes, posso dizer. E o que me dá mais raiva é quando não depende de mim para que o “quase” se torne um fato.
Prefiro o sim ou o não ao talvez. Gente indecisa não é comigo. Pode até não estar na minha essência ser decidida, mas eu tento ao máximo. Faço lista de prós e contras, peço sinal ao divino, vejo nas cartas, sei lá. Só sei que se depender de mim, no “quase” eu não fico.
Detesto falhar, detesto me sentir imprestável e detesto aquela situação de “não há mais nada para fazer a não ser lamentar”. Mas se for para me sentir no meio do caminho de um trabalho bem feito, eu nem começo.
Todo mundo relaxa, todo mundo esquece de dar seu máximo às vezes. Também não curto me sentir como todo mundo, mas infelizmente, sou um ser humano e também falho. Só posso dizer que a minha vida inteira eu trabalhei para o sucesso, e não para o “quase”. Agora, se não foi/é o bastante, só vou saber depois que analisar todos os meus atos, colocar na balança e tirar uma conclusão disso tudo.
Se depender de mim, saio do “quase” e vou para o sucesso indiscutível, porque é para isso que eu estou aqui. Como um amigo meu sempre diz: "Se tiver de atirar, atire. Não fale."